sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A 6ª MAIOR ECONOMIA MUNDIAL

O Brasil alcançou a 6º maior economia do mundo ultrapassando o Reino Unido, virou notícia nos jornais do mundo inteiro, considerado um avanço incrível para os economistas engravatados.

O governo vem na mídia com o seguinte bordão “agora o
Brasil não é apenas o país do futebol”, o Brasil nunca foi só país do futebol, também é o país das maiores desigualdades sociais, econômicas, culturais,
raciais entre outras, é também um país com um alto índice de analfabetismo e de pobreza.
O nosso PIB é maior que o do Reino Unido, mas a renda per capita deles é três vezes maior que a nossa. Além de estarmos uma posição a frente deles no ranking economico, também ganhamos em algumas outras coisas: temos um alto índice de analfabetismo, um alto déficit habitacional, maior incidência de criminalidade, uma enorme carga tributária, uma endemia de corrupção e por aí vai.
Com tudo isso me vem a pergunta: 6º economia mundial, para quem?
Os únicos que estão comemorando esta elevação econômica são os ricos, pois esta subida traz mais investidores estrangeiros e com isso muito mais lucro para eles, as pessoas das classes inferiores à classe 'A' vão demorar para sentir os efeitos de ser um país rico, pois enquanto não tivermos governantes comprometidos com a população para fazer uma boa administração do dinheiro público não vamos ter boa educação, saúde digna e nem acesso a cultura.
Tais fatos nos tornam melhores que os britânicos em quê?

sábado, 21 de janeiro de 2012



TUDO ACONTECE NO AMAPÁ...


Agora é o tal do governo paralelo liderado pelo ex-senador Gilvan Borges, que afirma que seu único interesse é beneficiar o povo, nada, além disso. O tal governo paralelo vai ter também um palácio que será denominado Comandante Annibal Barcellos, clara afronta ao veto da vice-governadora Dora.
Mas o que ex-senador da sandálinha talvez não tenha prestado atenção é que o povo amapaense já tem um governo e mesmo que ele não esteja fazendo nada pela população, nós o colocamos lá por livre e espontânea vontade, eleito nas urnas (que é a maior prova da existência de democracia no Brasil), não estou defendendo o governador Camilo40, estou defendendo a gestão que só quem pode tirar é o povo.
O que eu sei é que agora temos dois governos, um oficial liderado pelo governador Camilo/Capi40 que até agora não fez nada em beneficio da população e um paralelo liderado pelo ex-senador barbudo da sandália Gilvan Borges (pupilo de Sarney) que quando tinha gestão de senador também não fez porra nenhuma por nós.
Tá difícil minha gente, deveria está sendo ótimo termos dois governos se de fato eles trabalhassem para o nosso benefício, mas o que estou vendo são dois partidos se engalfinhando na mídia, um mentindo mais que o outro, cabe a nós eleitores darmos o troco neles quando chegar a hora. Desse jeito já estou vendo a hora do Amapá virar motivo de piada de novo em mais um desses programas de humor.
Estou cansado de tanta hipocrisia.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Questionamento à Escola Tradicional em Favor da Escola Nova

Oritador: prof. Gerson N. L. Schulz¹

Alexandre Torres²
Anderson Ferreira²
Evandro da Silva²
Jonas Lima²


Ao longo dos tempos a educação vem passando por diversos tipos de movimentos, a favor ou contra o ensino liberal. O liberalismo se trata de uma doutrina política e econômica e na educação se manifesta através da escola nova que enfatiza pela a livre expressão das idéias.
A escola nova surge mais precisamente com John Dewey, para ele o ensino deveria dar-se pela ação e não pela instrução, como queria Herbart. Para Dewey a educação continuamente reconstruía a experiência concreta, ativa e produtiva de cada um.
A educação preconizada por Dewey era pragmática, instrumentalista e buscava a convivência democrática sem por em questão a sociedade de classes.
Para Dewey, a experiência concreta da vida se apresentava sempre diante de problemas que a educação poderia ajudar a resolver. Segundo ele, há uma escala de cinco estágios no ato de pensar que ocorrem diante de algum problema, são eles: necessidade sentida; a análise da dificuldade; as alternativas de solução do problema; a experimentação de várias soluções, até que o teste mental aprove uma delas; a ação como a prova final para a solução proposta.
Segundo Dewey a escola tradicional congela o conhecimento e cria um currículo homogêneo para todos os alunos, sem se preocupar se o estudante vai bem ou mal em determinada disciplina, não permitindo ao aluno que crie seu próprio conhecimento, ficando assim preso a esse método educacional.
Dewey priorizava aspectos psicológicos da educação, em seus discursos não questionava as raízes das desigualdades sociais, falando sim sobre a legitimidade do poder político, alem da defesa da escola publica e ativa.
Concluindo, parece que nos dias atuais ainda nos deparamos com instituições de ensino que estão sujeitos a modelos educacionais ultrapassados como o simples repasse de conteúdos, cabendo a nós acreditar no que nos é repassado e pronto, não permitindo-nos a criação de nosso conhecimento. Assim, será que os gestores dessas instituições leram Dewey e sua concepção à escola nova?

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¹Filosofo Msc. em Educação
²Acadêmicos de Licenciatura em Pedagogia/UEAP

Método Montessori de Aprendizagem

Orient. Prof. Gerson N. L. Schulz*

Aretuza do Carmo Cantidio**
Soraia chermont Palheta Freitas**
Ticiane Santos do Rosário**

Maria Montessori foi uma educadora italiana, nasceu em Chiaravalle (31/08/1870) e morreu em Moordwijk (Holanda), em 06/05/1952. Foi a primeira mulher, na Itália, a formar-se em medicina, (1894), e foi inspetora do governo nas escolas italianas. Com o advento do fascismo, as escolas montessorianas foram fechadas e Maria Montessori abandona o país, acusando o governo de “formar a juventude italiana segundo moldes brutais” só retornando após a II Guerra.
A idéia de criar um novo método pedagógico nasceu da crítica que fazia ao sistema de ensino da época, repleto de normas rígidas que sujeitavam as crianças a uma passividade exagerada e tolhiam a criatividade e a iniciativa.
As primeiras experiências foram realizadas em uma clínica psiquiátrica, com crianças excepcionais. Como obteve êxito, deduziu que semelhante método poderia ser utilizado com crianças “normais”. Em um bairro pobre italiano, criou a primeira escola, a que chamou Casas de Crianças (1907).
Seu método, que foi bastante difundido, consistia em despertar a auto-educação da criança, colocando meios adequados de trabalho à sua disposição. O educador, portanto, não atuaria diretamente sobre a criança, mais ofereceria meios para a sua autoformação. Maria Montessori sustentava que só a criança é educadora da sua personalidade. O seu método empregava um abundante material didático (cubos, prismas, etc.), destinado a desenvolver a atividade dos sentidos. Em sua visão esse material tem caráter peculiar de ser autocorretor.
Apesar de seu caráter inovador, várias críticas são feitas a esse sistema: é individualizado, pois não favorece o contato com outros alunos (a introspecção e a concentração exigidas dificulta tal relação) e não permite analisar e discutir a realidade e os problemas vividos pelas crianças. Enfatiza as experiências de forma tão acentuada que “esquece” o sujeito que pensa e tem vontade própria.
Concluindo, é importante ressaltar que nós não concordamos com o método Montessoriano, pois o mesmo é individualista, afastando os alunos de conviver e de expressar seu pensamento, abstraindo a realidade dos fatos, dificultando assim sua relação com o próximo. E também porque a autora enfatiza a experiência, e esquece que as pessoas pensam e tem vontades próprias.


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*filosófo, Ms. Em Educação/ UEAP.**Graduandas de Pedagogia/ UEAP.

A Contestação da Existência Divina

A contestação da existência divina

Orientação Prof. Gerson N. L Schulz
Ângela M. G Matos
Barbara C. F Gama
Gisele L. Barreto
Réula S. Borges

De acordo com o filósofo alemão Friederich Nietzsche (1844-1900), a existência do Deus Judeu é apenas imaginação da mente humana, a figura desse Deus foi criada pela cultura Judaica, por isso não poderiam criar uma outra entidade divina, pois só conheciam seus próprios valores culturais. Ele indaga, o que faz com que esse Deus que foi divulgado para toda a humanidade seja melhor que outros deuses mais antigos?
Para afirmar o existencialismo, Nietzsche utiliza a frase: “Deus está morto”. De fato se não há comprovações quanto à existência de Deus, qual o motivo das igrejas nos imporem determinadas normas?
Na concepção nietzscheneana, o sentido está na própria instituição, pois com isso ela tem um controle sobre a sociedade que nela acredita, garantindo sua manutenção no poder.
Partindo desse princípio o filósofo Nietzsche, notavelmente, critica a tradição filosófica, clássica e moderna, mostrando mais detalhadamente isso em algumas obras: A genealogia da moral (1887); Além do bem e do mal (1889) e Vontade de poder, sendo esta sua última obra permanecendo inacabada.
Em nossa concepção Nietzsche corroeu os valores da cultura cristã, contestando a sagrada escritura, ao afirmar que a maioria desses escritos são míticos. Ele também interroga o conceito de “pecado cristão”, sendo que em sua concepção pecado é tudo que foge dos dogmas da igreja, que diz que quem pratica o pecado não é digno da “salvação”.
Mas como não pecar se quando nascemos já estamos contaminados?Então teremos que buscar a vida inteira à libertação do pecado?
Segundo a igreja cristã devemos repreender nossos desejos vitais, ou seja, nos “crucificar” até o final de nossas vidas. Isso para Nietzsche é uma hipocrisia, pois quem “inventou” o pecado foi à igreja e não “deus”, já que é o sacerdote quem “diz” o que é esse pecado.
Com tudo queremos salientar o grande valor da educação, que nos liberta da opressão e do medo, nos conscientizando e nos tornando indivíduos críticos para não aceitarmos o domínio dessas instituições religiosas que ameaçam o homem em nome de Deus, para seu próprio benefício.
Portanto, estamos convictas de que o pensamento de Nietzsche tem fundamento, pois não há comprovações concretas sobre a existência de Deus, e realmente os escritos bíblicos são míticos porque eles foram histórias relatadas de acordo com a interpretação do povo Judeu, sendo assim esse “deus” criado pela cultura judaica não passam de uma alegoria criada pelo homem.
Logo é a educação crítica que pode “desmascarar” o discurso religioso mostrando que suas bases são falsas e que aqueles que produzem este discurso, muitas vezes, se aproveitam de más interpretações para ameaçar a humanidade.

Em quais segmentos o PEDAGOGO pode atuar?

O pedagogo é um profissional capaz de atuar em diversos âmbitos educativos e de responder às diversas demandas e exigências de uma sociedade cada vez mais complexa. Para tanto, precisa estar preparado para enfrentar, com criatividade e competência, os problemas do cotidiano, ser flexível, tolerante e atento às questões decorrentes da diversidade cultural que caracteriza nossa sociedade.
Na educação formal, atua:
- como docente, na Educação Infantil, nas séries iniciais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio para Cursos de Magistério, das redes pública e privada de ensino.
- como gestor do Trabalho Pedagógico, na Administração Escolar, na Coordenação Pedagógica, na Orientação Educacional, na Supervisão Escolar da Educação Básica Na educação não formal, atua: - na assessoria de recursos humanos, na orientação profissional, na comunicação com fins didáticos e paradidáticos, na orientação ao uso pedagógico das novas tecnologias de informação, na assessoria pedagógica em serviços de difusão cultural (museus e teatros) e de comunicação de massa (jornais, revistas, televisão, editoras, rádios, agências de publicidade), do Setor Privado
- na coordenação de programas e projetos de natureza educativa, nas áreas da saúde, meio ambiente, trânsito, promoção social, lazer e recreação, do Setor Público e Terceiro Setor (ONGs)

http://www.pedagogos.pro.br/noticia.php?a=2&c=3

JOGO E BRINCADEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Alexandre Torres
Anderson Costa
Aretuza Cantidio
Claudomiro Pastana
Evandro da Silva
Soraia Chermont


RESUMO

Objetivo fundamental do livro de Tizuko Morchida Kishimoto, é privilegiar a estruturação, a discursa da natureza do jogo, suas manifestações e funções, bem como sua utilização em áreas do ensino e da formação de professores.
No entanto o jogo pode ser entendido de varias forma como um jogo político, jogo de adultos, crianças, animais, amarelinha, xadrez entre outros que as pessoas jogam e saem satisfeitas e outras insatisfeitas.

PALAVRA CHAVE

Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação infantil.

INTRODUÇÃO

O presente artigo nos remete a refletirmos sobre a diferenciação de jogo e brincadeira na educação infantil. O jogo pode ser compreendido de diversos modos, a subjetividade do jogo proporciona variadas possibilidades de interpretação.
O jogo é marcado por regras, e através destas regras é definida a existência do jogo. Diferente do jogo com regras existe o jogo dos animais, que adotam comportamentos instintivos para garantir sua sobrevivência. O sentido do jogo depende do funcionamento pragmático da linguagem, resultando em um conjunto de fatos ou atitudes que dão significados aos vocabulários a partir de analogias.
Segundo “Gilles Brougere e Jacques Henriot”, o jogo pode ser visto como:
1- O resultado de um sistema lingüístico que funciona dentro de um contexto social.
2- Um sistema de regras; e
3- Um objeto.
O brinquedo é outro termo indispensável para compreender o campo. Diferente do jogo, o brinquedo se da pela ausência de um sistema de regras que organizam sua utilização.
Admite-se que o brinquedo representa certas realidades, uma representação é algo presente no lugar. Representa e corresponde a algumas coisas e permite sua evocação mesmo em sua ausência.
Na brincadeira se incorpora a mentalidade popular, expressando sobre tudo a realidade. A brincadeira tradicional infantil assume características de anonimato, tradicionalidade de transmissão oral e universalidade da brincadeira.
Um exemplo de universalidade são as brincadeiras como empinar pipas e pular amarelinha que povos antigos da Grécia já utilizavam.
O jogo utilizado em proporções certas, com objetivos já traçados e brevemente discutido. Irá favorecer o ensino de conteúdos escolares como:
1- A brincadeira de construção: é muito importante para enriquecer o aspecto sensorial e, estimula a criatividade para desenvolver habilidades na criança.
2- Brincadeira de faz-de-conta: está evidente a presença da situação imaginaria e ela surge na criança a partir dos 3 anos de idade quando ela começa a expressar seus sonhos e fantasias.
Com tudo isso percebe-se a importância do jogo na vida da criança, e também é de fundamental importância no processo de ensino-aprendizagem, ajudando na aprendizagem com prazer.

REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA

Kishimoto, Tizuko Morchida, jogo, brinquedo, brincadeira e a educação, 10ª Edição, São Paulo, Cortez, 2007.